Novas tecnologias e formatos emprestam parte das qualidades de jogos online e permitem que consumidores também se divirtam ao participarem de pesquisas. Leia o artigo na íntegra »
Novas tecnologias e formatos emprestam parte das qualidades de jogos online e permitem que consumidores também se divirtam ao participarem de pesquisas. Leia o artigo na íntegra »
Este texto é um complemento do post Quebrando o Paradigma da Pesquisa Tradicional de Marketing, apresentando as emoções como base de muitos dos viéses cognitivos e influência do julgamento e tomada de decisão do consumidor.
Em um cenário onde consumidores valorizam cada vez mais as experiências que tem com as marcas que consomem, é necessário compreender os diferentes desdobramentos e aplicações deste conceito chamado experiência. Leia o artigo na íntegra »
Todos nós já ouvimos em algum lugar que a grande sacada de uma marca é criar conexões emocionais com seus consumidores. Mas isto não é uma tarefa fácil. Qual é a real importância disso e como podemos incorporar esses valores em nossos trabalhos diariamente?
A área de estudo de Behavioral Economics utiliza fatores sociais, emocionais e cognitivos para entender as decisões dos indivíduos. Os insumos provenientes deste campo de estudo nos apresentam a iminente necessidade de mudança nas técnicas de pesquisa atualmente empregadas.
Você já parou para pensar através de quantas formas se relaciona com uma marca? Ir a um PDV, seguir o perfil de uma marca no Twitter, chamar ao seu call center, ver um outdoor na rua, participar diretamente de uma ação, assinar o feed de um blog – todos estes exemplos são pontos de contato de uma marca com seus públicos.
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Não faz muito tempo que as agências digitais começaram a introduzir novas etapas em seus processos de trabalho, para que o resultado de seus projetos fosse mais aderente ao contexto do usuário. Os conceitos que permeiam UCD (User Centered Design) construíram novos espaços no mercado – como o design de interação, os testes com usuários e o monitoramento de menções. Dentro desse conjunto de tarefas, o termo que mais se popularizou foi “User Experience”.
Mas afinal, o que é User Experience? Será que o mercado está realmente projetando a experiência do usuário?
Alguns anos atrás, durante o processo de planejamento de uma comunicação, era comum que os profissionais considerassem a Internet apenas como mais um veículo para divulgação de uma mensagem. Hoje já começamos a perceber que a Internet não exerce apenas o papel de mídia, mas o de ferramenta de interação com as pessoas.
Neste cenário, onde as pessoas possuem poder de expressão e alcance, surge um novo questionamento: as estruturas de comunicação já estão considerando pessoas como mídia?
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