
Aqui no blog já falamos sobre o conceito de open innovation, utilizando o case do Fiat Mio como exemplo. Hoje queremos falar sobre consumer innovation. Se open innovation refere-se a iniciativas de inovação entre empresas e consumidores ou somente entre diferentes empresas, o conceito de consumer innovation é mais específico: diz respeito a inovações que tem origem nos consumidores. Leia o artigo na íntegra »

Quem já se aventurou em leituras sobre a Geração Y sabe de uma de suas principais características: pluralidade. Os jovens de hoje modificam constantemente suas necessidades, comportamentos e desejos. Têm capacidade para transitar em vários meios e se adequar a diferentes estilos. Leia o artigo na íntegra »

Há alguns anos atrás era bem fácil trabalhar com internet. Agências digitais e de publicidade produziam o mix de comunicação para o ambiente online, normalmente composto por uma presença digital baseada na veiculação de informações, uma campanha de comunicação online baseada em veiculação de mídia e, na melhor das hipóteses, um projeto transacional – que representava a única forma quantitativa de se medir o retorno sobre o investimento do cliente.
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Imagem por psd – Flickr
A Netnografia é uma técnica de pesquisa que tem origem na etnografia, método antropológico para a observação e o estudo de diferentes culturas e comportamentos humanos.
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Imagem por mkandlez – Flickr
Estamos vivendo em uma era onde somos expostos a um grande número de informações, onde cada vez mais o conhecimento é valorizado nos submetendo a um aprendizado contínuo. Esse momento traz consigo a necessidade iminente de termos acesso fácil e de rápida compreensão a esses dados. É a partir deste cenário que queremos abordar o tema Data Visualization.
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Neste post queremos compartilhar com vocês um estudo que fizemos sobre a geração Y, mas com um diferencial: a apresentação das informações através de personas (personagens fictícios construídos para fins de representação de um determinado público). Leia o artigo na íntegra »

Em 2008 a RED realizava as primeiras pesquisas de insight para ambientes online. Nesta época, lembro que entrevistamos o público-alvo de uma instituição de ensino e chegamos à seguinte premissa de projeto: os alunos deveriam falar com o público no lugar da Universidade. Isso porque há mais credibilidade quando “pessoas comuns” falam sobre uma marca, do que quando a própria assina seu discurso institucional. Leia o artigo na íntegra »
Imagem por antonymayfield – Flickr
Com base no livro Redes Sociais na Internet, de Raquel Recuero, a RED traz à tona a importância da discussão sobre capital social para o real entendimento das interações em redes sociais. Leia o artigo na íntegra »

A memória implícita diz respeito àquelas ocasiões em que temos consciência de que sabemos, mas não conseguimos descrever esta lembrança. Já o modelo mental apresenta como o usuário organiza as informações. Os profissionais de UX e design devem ter conhecimento sobre estas duas estruturas e suas diferenças para não desenvolverem seu projeto sob uma visão parcial do usuário.
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